
Tears in Rain
Pela primeira vez, Perfect Stranger assina uma collab com um artista brasileiro — a música que uniu o psytrance à atmosfera clássica do cinema.
11 faixas. 3 atos. O momento exato em que Lucas se torna Klipsun. Quatro anos de estúdio agora nas pistas do mundo.
Numa era de faixas de dois minutos, ele fez uma de doze.
EMERGE é uma resposta contra a pressa do mercado. Moldado por mais de quinze anos dentro do psytrance, é um álbum sobre a fronteira entre o imaginário e o real: o lugar onde Lucas e Klipsun finalmente se tornam um só.

Sant'Ana do Livramento, na fronteira entre Brasil e Uruguai. Um prólogo mítico — com a gravação real da primeira vez em que o pequeno Lucas tocou música para uma plateia.
Sobre utopia — a obra perfeita imaginada na mente e as mãos humanas, imperfeitas, que a constroem. Cinco anos até ficar pronta.
Música como pintura abstrata. “Tudo começa com um ponto”, já dizia Kandinsky.
A pergunta que abre o segundo ato: e se não existisse mais Klipsun?
Uma investigação noir construída sobre Watchmen e Rorschach. A primeira música feita para o álbum, em 2022.
Construída em apenas quatro dias, em torno de Kang, o Conquistador — um dos storytellings mais complexos da carreira dele.
O exílio e a pérola perdida, a partir de Cavaleiro de Copas, de Terrence Malick.
Ninguém entra no mesmo rio duas vezes. Sobre o tempo — e sobre criar o próprio momento.
The Question pergunta sobre o pop pré-fabricado. A resposta está no nome: ipsum — ele mesmo.
Blade Runner encontra o artista que moldou todo o seu caminho. Quinze anos de fã até virar parceiro de estúdio.
A superfície e o que está escondido embaixo dela. A primeira palavra que se ouve é “Rise”.

Pela primeira vez, Perfect Stranger assina uma collab com um artista brasileiro — a música que uniu o psytrance à atmosfera clássica do cinema.

Doze minutos, quatro anos de lapidação, uma investigação de graphic novel. Na primeira semana: entre os lançamentos mais vendidos do mundo.
“Ozora, agosto de 2024. Foi lá que reencontrei meu som.”
Klipsun — dois anos depois, ele voltou ao Ozora para tocar o álbum completo
O Emerge foi testado na fornalha do maior festival do mundo: a primeira apresentação completa aconteceu no Ozora 2026. Em 2027, o álbum roda o Brasil e o Mundo.
Um set do Klipsun é construído como um filme — tensão, respiro, narrativa. O set Emerge leva essa história para a carne, o suor e a realidade da pista, provando que a música eletrônica autoral mantém todo o seu peso quando é tocada ao vivo.
Um set com arco narrativoTrês atos na pista — da abertura profunda e hipnótica ao clímax cinematográfico.
O repertório do EmergeAs faixas do álbum ao lado dos lançamentos pela Iboga e de armas de pista como “Dark Side” e “Cliffjumper”.
Nível internacional, aquiO mesmo show que passou por Ozora, Dragon Dreaming, Equinox, Hadra e Estados Unidos — agora no line-up da sua festa.
Em 2027 o Klipsun divide o ano entre a turnê internacional e as pistas brasileiras. As datas no Brasil são limitadas — garanta a sua com antecedência.
Festivais, open airs e clubs em todo o país — Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte.
Datas disponíveisPeríodo da turnê europeia. Poucas datas no Brasil entre um festival e outro.
ConsultePeríodo da turnê pela Austrália e África do Sul, com retorno para as festas de fim de ano no Brasil.
ConsulteO alter ego de Lucas Bonatto, de Sant'Ana do Livramento (RS) — um produtor que escreve psytrance progressivo como um diretor monta um filme. Artista da Iboga Records e da Iboga Tech.










Fotos: Gal Haro (Ozora)
Iboga Records
Iboga Tech
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